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sábado, 5 de novembro de 2011

Você precisa de alguém que te dê segurança?

     Estávamos conversando esses dias sobre segurança, por causa da construção da casa na roça. Essa é uma questão que definitivamente tem nos preocupado na construção da casa de apoio, porque vamos utilizá-la até que a nossa fique pronta. 
       Essa preocupação tem nos levado a diminuir os vidros da casa, o que possibilitaria uma maior integração com o verde, e também a optar por janelas não tão interessantes para compor a fachada de uma casa de campo. Paciência...
      Recebi esse e-mail e achei tão interessante que resolvi compartilhá-lo aqui no Tô Nude... Essa casa sem sombra de dúvidas seria nosso sonho de consumo! O que o diga minha sócia...






Aqui a casa tem exatamente a arquitetura contemporânea que tanto nos agrada: traços retos e concreto aparente, em um contexto campestre.



A estrutura de vidro é considerável em todo o térreo, o que permite a integração com o verde que circunda a casa. Essa é uma proposta ideal para quem quer curtir a vida no campo. O problema é que a sensação de insegurança é muito grande, talvez até maior que o risco propriamente dito, principalmente quando não se trata de uma residência permanente, mas eventual, como é o caso de uma casa no campo.






Acho que o sonho de consumo das pessoas que constroem uma casa, tanto no campo quanto na cidade, é a varanda... Tem coisa numa casa tão legal como uma varanda ampla e aconchegante?





A grande sacada dessa casa vem agora: Todos os acessos são retráteis! Tal tecnologia permite recolhê-los!!! Já pensou o custo de uma obra assim?















Aqui, nessa foto, fica mais fácil entender a sistemática de proteção anti ladrões.
A casa se fecha automaticamente!!! Não é incrível?


As paredes se fecham!







É praticamente a batcaverna, né?

















 A casa está literalmente blindada de concreto!


Os muros também se fecham.






















   Quero uma!

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

E a casa na roça????

  Finalmente, depois de quase 09 meses de discussão de projetos, contratempos e percalços, começamos a obra da Casa da Roça! Pensaram que eu tinha desistido, né? Devo admitir, caro leitor, que quase desisti mesmo... Como foi estafante! Perdemos o mestre de obras, que ficou inseguro com a planta que não possui, até hoje, todo o detalhamento necessário... Ainda estamos lutando com o arquiteto.
      Fica a dica: Nunca, mas nunca mesmo, contrate os serviços de quem você tenha amizade, apego, ou qualquer relação, inclusive profissional... Não funciona. Lembre-se: Você não deve contratar quem você não pode demitir! 
    Diante disso tudo, decidimos começar a construção pela casa do caseiro, que anda todo serelepe com a perspectiva de uma casa novinha! A planta é bem simples, mas desencadeou um mundo novo de tijolos, areia e cimento, cal, entulho e  lajotas, que tornou minha vida um verdadeiro canteiro de obras! Como estou de férias tenho tido tempo para me organizar.
  De acordo com seu Vitorino, o mestre de obras, responsável por essa empreitada, já que o seu Vilson se mandou e não deixou endereço, daqui três meses a casa está pronta! Será? 
    De qualquer forma, vai ser bom começar dando um passo menor, para ter ideia do que nos espera... A casa do caseiro tem cerca de 105 metros quadrados de área total, sendo que destes, 43 metros são varanda, ou seja, é bem pequena, mas espero que fique aconchegante. 
   Gostaria muito de fazer uma casa ampla e espaçosa, que permitisse que o caseiro e sua família( que possui três crianças) circulassem sem hematomas ou coisa semelhante, mas com o valor do metro quadrado, não dá para empolgar não... Sorry, Cleudo...
      Estamos pensando em pintá-la de amarelo bem forte, berrante mesmo... Vamos ver se dá certo! Acho que vai combinar com o berinjela e com o laranja da casa da Sandra, será? Para escolher o tom da tinta vamos fazer testes com várias cores, pois cor e iluminação pensadas em conjunto são a dupla dinâmica: dão tons à casa de dia e à noite, com as variações do mesmo tom. Mas temos que considerar que em ambientes pequenos não é recomendável abusar das cores. De acordo com a revista Casa Cláudia, de agosto/2008, se você quiser investir em paredes berinjela, vermelho, laranja, invista em tons neutros na decoração, tipo off-white. 
      Enquanto a nossa casa não fica pronta, vamos usar essa casa de ponto de apoio para ir dando forma à roça, que, inclusive, já tem habitantes novos: 15 galinhas e alguns porquinhos-da-índia!... Enquanto isso, nós preparamos o bolso para o impacto de uma obra que terá uma área total de quase 1.000 metros... Deus nos abençõe! 




quarta-feira, 4 de maio de 2011

E a casa no campo?

      Não gente, não desisti da ideia de fazer meu cantinho na roça! É que estamos até hoje discutindo com o arquiteto... Essa fase de projeto preliminar é muito importante para o sucesso da obra, então todas as mudanças devem ser feitas no papel para evitar fazê-las nas paredes posteriormente.
     A ideia do projeto está neste ponto, mas ainda não está fechado:

        Aqui, a disposição das casas no terreno: Casa do caseiro, as duas casas iguais, uma laranja e outra berinjela, campo de futebol, área social, área de plantio e galinheiro. Os carros só circularão nesse perímetro cinza do desenho.
           Aqui, uma vista do conjunto, que está em discussão com o arquiteto Renato Lopes, porque ainda não está com cara rural...



segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Casa na Árvore

    Quem é que nunca sonhou em ter uma casa na árvore? Pois é, acho difícil essa ideia não ter passado nenhuma vez pela sua cabeça, na infância. O problema é quando a gente cresce e continua a gostar da ideia... Bom, problema mesmo seria se não tivesse jeito de fazer, mas com a casa de campo muita coisa que era só sonho, pode se tornar realidade. 
   Esses dias que estou em casa terminando a monografia(acabei finalmente!), fiz uma pesquisa na internet para ver se achava alguns modelos e pelo visto eu não sou a única que sonha com essa casinha...







Essa é sem dúvida a mais sensacional... Trata-se de um local de eventos!


 Fonte: Set Design Thinking

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Mito

    Demorei mas apareci! É que esses dias têm sido muito corridos, final de ano não tem jeito é sempre uma loucura, e, para completar a correria ainda tem a contratação dos arquitetos para executar o projeto da roça... O que aliás, além de tomar tempo, tem tirado meu sono... Amo ao cubo as "meninas" Flávia Amorim e Renata Melendez, responsáveis pela reforma do meu apartamento e pelo sucesso do resultado! Saímos até na revista Kaza - Talentos Centro-Oeste!!! Elas são mesmo, o que há! Vale a pena conhecê-las porque além de arquitetas são gente, e isso basta nesse mundo arquitetônico tão cheio de vaidades... Mas conheci um arquiteto, também formado pela UnB, na verdade, recém-formado: Renato Lopes, que trabalha conosco, lá no serviço... Ele é de uma humildade, de uma verdade e de uma competência, pouco vistas. Lá no meu trabalho tem setores brigando, literalmente, por causa dele... Não está nada fácil decidir, ainda mais quando a gente conversa com as meninas, aquelas fofas... É uma coisa de alma, empatia mesmo, sabem? Hoje, eu juro, vamos resolver essa situação.
    Enquanto isso não acontece, gostaria de postar algumas fotos do trabalho do arquiteto Isay Weinfeld, que me encantou absolutamente pela contemporaneidade de seus traços que produzem desenhos supreendentes e nada convencionais. Não tenho certeza, mais acho que quem me mostrou o trabalho dele pela primeira vez foi a Fabiane Bello, uma arquiteta formada pela UFBA, que ama elevado a quinta potência, arquitetura contemporanêa e é responsável pelo projeto da casa da Débora, que nos últimos tempos foi projeto mais incrível que eu vi. Essa é, sem dúvida, uma arquitetura que me encanta: Com vocês, Isay Weinfeld.




 Nesse projeto, feito em São Paulo, denominado a Casa da Água, ele deixa sua marca registrada: a busca pelo raro, aliás, pelo inédito. Para entrar na Casa é preciso vencer a trilha de pedras sobre o espelho d'água, o que o visitante só descobre depois de atravessar o portão... Surpreendente?



Vejam o detalhe de um outro projeto do arquiteto formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. 


Quem disse que arquitetura moderna não tem varanda, hein Cristina? Essa aqui é o quê, fofa? Percebam o texto dentro do contexto, ou melhor o traço que agrega à paisagem e cria um conceito: poesia. 

 
 " Calma, tudo está em calma... Deixe que o beijo dure, deixe que o tempo cure, deixe que a alma tenha a mesma idade que a imagem do céu..."
 

 Realmente, a impressão que se tem ao ver a arquitetura de Isay Weinfeld é a de que tudo se cria  e nada se repete, pela sua predisposição em trabalhar com o inexplorado associada a uma irreverência pessoal que é sem dúvida sua marca registrada. Amei!